CRISES E RENOVAÇÕES: VAMOS ENTENDER O TSUNAMI BRASILEIRO

As crises, antes de serem analisadas como meios catastróficos, devem ser analisadas antecipadamente por suas origens e causas. Na natureza, as grandes catástrofes sinalizam renovação: uma grande onda como um Tsunami renova a vida aquática e garante uma nova geração fértil para pescadores; uma guerra foi necessária para que o mundo verificasse a paz como único caminho viável.

 

É Bíblico, pois, até o Deus supremo, enviou grande dilúvio para devastar a criação e permitir uma renovação. Verifiquemos que existe um sentido figurado amplo e forte neste ponto, pois, toda devastação, aniquilação, problema, ou, crise sem igual, são meios de representar um caminho para a mudança que é inevitável.

 

Bom, para os lados de cá do globo, no Brasil, a crise é também um clamor para a mudança. Quando elegemos a anos atrás o primeiro ciclo de governo social, advindo dos berços proletários e sindicalistas, demos um fim a um grande ciclo de um grupo que também, a anos, estava no poder, e dele se valia para mandos e desmandos. Aliás, o poder inebria, aquece, enlouquece, a cabeça daqueles que não estão prontos para encarar de fato uma Administração.

 

A ascensão do governo social do Partido dos Trabalhadores veio atender a um clamor: queremos justiça, queremos igualdade, queremos também o direito ao poder. Bom, nos parece que também, depois de anos com o poder, os caminhos que levavam á corrupção, aos “jeitinhos” e manobras, também foram apreendidos por aquele que, pela primeira vez, de fato, era o governo “do povo”.

 

Para se chegar ao poder, todos se dizem “do povo” ou “para o povo” e na prática, muito se investe na criação de um esquema de poder, para garantir o ouro, e menos da metade se vai ao povo. Pois bem, falando novamente na mudança, o cenário é como se não soubéssemos para onde olhar, pois, dos dois lados, vemos que o povo acabou pagando o preço, a moeda.

 

Aí vem a mudança! O momento do Brasil, com a maior operação de investigação sobre o tema “corrupção” é um Tsunami, ou uma guerra, ou o dilúvio, que vem para de fato “lavar” e desta vez “a jato” um cenário nada favorável ao grande clamor, o povo.

 

Todavia, a maior lavagem geral, é do povo, que precisa se “virar” para vencer a crise econômica que, com tanta mentira e tanta maracutaia, não seria por menos que o Brasil se tornasse uma Economia duvidosa, e quando o mundo duvida “da gente” é igual a “dever” no bairro: ninguém te dá um crédito.

 

Neste momento, vou compartilhar com meus leitores um ciclo de textos, ao longo dos meses, que refletem este momento de mudança, e como ele será válido e educativo para todos, pois, desta vez, a mudança vem por obrigação, por completo, e precisa começar pela base, pelo povo.

 

O povo que aprende uma nova forma de trabalhar, um povo que verifica que um voto não pode ser vendido, nem negociado; um povo que descobre na criatividade o caminho real do empreendedorismo; e que seja o mesmo povo renovado para aprender com a educação.

 

 

Afinal, temos centenas de jovens empreendedores e emponderadores no Brasil, e temos nesta camada a solução para uma nova aurora.



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 23h58
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