Hoje quero convidar os leitores e leitoras a relfetir sobre dois pontos que, a primeiro modo, parecem ser destoantes, mas são, necessariamente, complementares: felicidade e democracia.

A felicidade é definida, desde os filósofos e gregos, passando pelo cristianismo, como o objeto fim da humanidade, pois, nenhum ser humano vive senão em busca da felicidade, e por esta, contorna seu desenvolvimento, formação, relações e estrutura de vida. Nesta concordância, de que a felicidade é objetivo geral de todos, cada corrente defende o que é ser feliz: felicidade é amar? Felicidade é bem-estar? felicidade é realizar? A sociedade vive em constante busca em definir a felicidade, para facilitar seu entendimento, busca e conquista.

Todavia, com o passar dos séculos, a felicidade se contornou de individualidade e as pessoas, famílias e grupos sociais passaram a buscar a felicidade de maneira isolada, separada, como um produto a ser “adquirido”. Criaram-se castas, clãs e cada um foi pensar conforme sua cultura e ensinamentos. Desta forma, a humanidade direcionou a felicidade à conquista de suas vontades imediatas, conforme sua crença e verdade, e isso foi determinante para o separatismo humanitário, utilizando-se como ferramentas principais a religião e o discurso político... daí passamos para nosso segundo pensamento, a Democracia.

O pensamento democrático, já provisionado por Sócrates, questionado por Platão, aplicado por Max Weber, ilustrado por Jean Jacques Russeau, se tornou um instrumento de mobilização, pois, a democracia foi desenhada como um instrumento para o alcançe da felicidade de um povo. Isso se torna um problema quando temos vários pensamentos, vários povos, e todos, lutam pela dita democracia ao seu modelo, ao seu quinhão.

Ainda assim, a busca da democracia conseguiu separar povos que tinham predições idênticas, pois, dentro de um mesmo povo, uma mesma nação, o entendimento de democracia foi distorcido, deturpado, e com isso, os grupos sociais começam, também, a divergir entre a “sua” democracia.

Pois bem, não existe felicidade individual, por mais difícil que seja aceitar. Você pode conquistar tudo aquilo que deseja, a paz interior que deseja, e logo apó, na esquina, ser vítima de um roubo, de um assassinato, ou ter alguém que ama muito acometido por uma doença... e isso abalará sua felicidade e sua paz de espírito. Não podemos esperar felicidade sem buscar compreender que todos ao nosso redor precisam, também, conquistar um “quê” de felicidade.

Não adianta você, ou “os seus”, conquistarem a paz espiritual, bens materiais, sucesso na carreira profissional, se outros que fazem parte do seu dia, da sua cidade, do seu país, na mesma medida, não conquistarem seus espaços. É uma verdadeira ILUSÃO pensar na felicidade como um instrumento seu, e que é independente do meio.

A verdadeira felicidade é conquistada e vivencidada quando podemos compartilhar da sensação de conquista com, pelo menos, 70% daqueles que nos cercam, pois, lógico, todo valor abosluto é intangível, é impensável, e aboslutamente burro. Não existe o 100% quando falamos de pessoas, sociedade e felicidade, o que existe, é o entendimento que uma atmosfera positiva está ao nosso redor.

Seu carro zero, sua nova casa, a tão sonhada vaga, o novo filho em sua família, serão felicidades conquistadas quando puderem contar com um espaço fértil para sua vivência, sem que nenhum outro ser social, no auge se sua infelicidade, venha ceifar sua felicidade e dos seus próximos.

Todos precisamos, conjuntamente, vivenciar  a melhoria, a conquista... a sensação da felicidade... que não existe com desemprego acelerado, violência, mortes, injustiças, e quando assistimos a 2% da sociedade brasileira, cheios de “felicidade”, desajustarem a vida de 98% da população (e isso não são dados meus, ou de amadores...são dados de uma equipe que TRABALHA 24h com estatística, com pesquisa, com Doutores e Mestres nesta área, que tiveram suas pesquisas consideradas como “notícias falsas” ou “pseudo pesquisas”.)

Daí, compreendemos bem que a conquista da democracia é o entendimento de que nesta esfera é possível criar formas de gestão e governabilidade que sejam adequadas para a realidade de um povo, que atendam aos intersses de 70% da esfera, e não aos 2% que atualmente, legislam ao seu bel prazer e motivos.

Quando não existe democracia, não existe felicidade, pois o clima “organizacional” do país não propicia pessoas, comunidades, famílias, nesta esfera, que possam projetar um espaço de crescimento positivo, sim, pois, 50% do sentimento de felicidade está pautado em nossas projeções, naquilo que podemos afirmar ser uma tendência ou métrica para o mercado, afinal, ninguém compra, ninguém arrisca, ninguém projta planos ousados, quando o cenário é de descrétido, de infelicidade, não importa se falamos do namoro de dois adolescentes ou da governabilidade de um país, de um estado... em todas as situações estamos falando de DEMOCRACIA e FELICIDADE.

Se estas reflexões forem feitas, interna e externamente, teremos uma sociedade revolucionária, transformadora e confiante.

Adm. Me. Jacques Fernandes Santos
Mestre em Gestão e Sustentabilidade
Professor e mobilizador social



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 18h25
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CRISES E RENOVAÇÕES: VAMOS ENTENDER O TSUNAMI BRASILEIRO

As crises, antes de serem analisadas como meios catastróficos, devem ser analisadas antecipadamente por suas origens e causas. Na natureza, as grandes catástrofes sinalizam renovação: uma grande onda como um Tsunami renova a vida aquática e garante uma nova geração fértil para pescadores; uma guerra foi necessária para que o mundo verificasse a paz como único caminho viável.

 

É Bíblico, pois, até o Deus supremo, enviou grande dilúvio para devastar a criação e permitir uma renovação. Verifiquemos que existe um sentido figurado amplo e forte neste ponto, pois, toda devastação, aniquilação, problema, ou, crise sem igual, são meios de representar um caminho para a mudança que é inevitável.

 

Bom, para os lados de cá do globo, no Brasil, a crise é também um clamor para a mudança. Quando elegemos a anos atrás o primeiro ciclo de governo social, advindo dos berços proletários e sindicalistas, demos um fim a um grande ciclo de um grupo que também, a anos, estava no poder, e dele se valia para mandos e desmandos. Aliás, o poder inebria, aquece, enlouquece, a cabeça daqueles que não estão prontos para encarar de fato uma Administração.

 

A ascensão do governo social do Partido dos Trabalhadores veio atender a um clamor: queremos justiça, queremos igualdade, queremos também o direito ao poder. Bom, nos parece que também, depois de anos com o poder, os caminhos que levavam á corrupção, aos “jeitinhos” e manobras, também foram apreendidos por aquele que, pela primeira vez, de fato, era o governo “do povo”.

 

Para se chegar ao poder, todos se dizem “do povo” ou “para o povo” e na prática, muito se investe na criação de um esquema de poder, para garantir o ouro, e menos da metade se vai ao povo. Pois bem, falando novamente na mudança, o cenário é como se não soubéssemos para onde olhar, pois, dos dois lados, vemos que o povo acabou pagando o preço, a moeda.

 

Aí vem a mudança! O momento do Brasil, com a maior operação de investigação sobre o tema “corrupção” é um Tsunami, ou uma guerra, ou o dilúvio, que vem para de fato “lavar” e desta vez “a jato” um cenário nada favorável ao grande clamor, o povo.

 

Todavia, a maior lavagem geral, é do povo, que precisa se “virar” para vencer a crise econômica que, com tanta mentira e tanta maracutaia, não seria por menos que o Brasil se tornasse uma Economia duvidosa, e quando o mundo duvida “da gente” é igual a “dever” no bairro: ninguém te dá um crédito.

 

Neste momento, vou compartilhar com meus leitores um ciclo de textos, ao longo dos meses, que refletem este momento de mudança, e como ele será válido e educativo para todos, pois, desta vez, a mudança vem por obrigação, por completo, e precisa começar pela base, pelo povo.

 

O povo que aprende uma nova forma de trabalhar, um povo que verifica que um voto não pode ser vendido, nem negociado; um povo que descobre na criatividade o caminho real do empreendedorismo; e que seja o mesmo povo renovado para aprender com a educação.

 

 

Afinal, temos centenas de jovens empreendedores e emponderadores no Brasil, e temos nesta camada a solução para uma nova aurora.



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 23h58
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Administração é a área mais procurada no SISU para 2015

Todos os indicadores setoriais confirmam que a área de Administração está sendo a mais visada para os próximos anos, seguida de Direito e Medicina.

Claramente, impulsionados pela atual situação do Brasil, estes setores são aqueles que devem protagonizar nos próximos anos uma grande mudança no cenário econômico e setorial Brasileiro, pois, o grande arrocho econômico e medidas sanativas vão exigir muito, mas muito mais empresas e do próprio mercado.

Nos Vestibulares convencionais das Universidades para 2015, o ranking ficou em: 1º lugar Direito, 2º lugar Administração e 3º lugar Medicina, lembrando que hoje estas inscrições equivalem a 55% das vagas em Universidades de todo o Brasil.

Já no SISU, sistema do Governo que seleciona estudantes pela nota do ENEM, que representa 45% das vagas de todo Brasil, o líder direto foi o curso de Administração, seguido de Direito e Medicina.

Administração recebeu 291.282 inscrições e promete ser uma das carreiras que mais vão ajudar o mercado e os Governos locais a exercerem uma política séria e severa de ajustes de contas.

Existe, com isso, uma grande perspectiva do avanço na Profissionalização do setor público, que será endossada também pelo avanço na área do Direito. Em recente pesquisa de mercado realizada pela FASETE, Administração é um dos cursos mais desejados nos estados de Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas.

Com o grande avanço do cenário de varejo local em Paulo Afonso, tais como a vinda do maior empreendimento comercial da região, que será o Shopping Paulo Afonso, e chegada de novas redes de franquias, que denotam capilaridade financeira da região, já comprovado pelas consultorias que, a pelo menos, 20 anos desenvolvem estudo na área, os futuros Administradores serão profissionais extremamente requisitados.

 

O grande segredo para o sucesso comercial nos próximos anos será a boa gestão e a visão de mercado, ou seja, é preciso dar ao cliente exatamente o que ele busca: boa qualidade, ambiente agradável, preço competitivo e marcas globais.

 



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 18h53
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TEMPOS DE AUSTERIDADE, REFLEXO DA GESTÃO!

Olá amigos, alunos, pesquisadores e universitários que acompanham meu Blog. Depois de novo período de observações e envolvimento em pesquisas, venho hoje trazer este artigo que trata de uma reflexão sobre nossa postura diante da atual (e real) situação econômica do Brasil, e como tudo isso tem (muita) correlação com a Administração. Uma boa leitura a todos!

 

A palavra “Austeridade” nuca foi tão propagada pelo Brasil, assim, todos sabemos: é tempo de vacas magras! O que isso quer dizer? Preços e juros altos, dificuldades de financiamento, impostos como IOF galopantes, Selic, inflação e uma série de medidas necessárias, para poder trazer ao eixo a economia nacional.

 

Entendam, é a mesma situação de um piloto que, no ar, precisa de instrumentos técnicos do avião para saber sua rota, pois, visualmente, pelo “parabrisa” da aeronave, não se tem noção de espaço. Assim está a economia: precisando de vários instrumentos técnicos que possam dar um horizonte, uma direção, do que fazer. Por isso que formou-se uma equipe conservadora, dura e firme no trato.

 

Chegamos nesta situação, claro, pela irresponsabilidade de alguém, ou de muitas pessoas, ou de uma série de situações. Não podemos ser irresponsáveis ao ponto de direcionar unicamente para uma pessoa, mas concordo que diante dos fatos, se apresenta sim como irresponsabilidade com a economia, todas as instancias de governo que fecharam os olhos para a situação. Na Administração, no mundo “real”, isso seria fato de demissão, fechamento ou reposicionamento da empresa. Assim é preciso fazer, tecnicamente no governo: tratar de forma profissional.

 

O momento agora é de realizar ações enérgicas e que possam mostrar resultados no final de 4 anos: aumento e energia, água e tarifas em geral, menos financiamentos, recondicionamento de projetos, e principalmente MUDANÇA DE HÁBITOS. Sem esquecer do combustível, que hoje mostra uma “burrice” brasileira, que dura mais de 150 anos, em manter uma matriz logística puramente rodoviária. (Depois publicarei um artigo sobre a este assassinato logístico do Brasil.)

 

A mudança de hábito da população será responsável pelo sucesso de grande parte das medidas enérgicas. Precisamos continuar consumindo, afinal, estamos no capitalismo, e é preciso girar a roda da economia, que não pode paralisar, deve se manter constante. O momento é de controle, consumir racionalmente, frequentar novos lugares é uma tônica moderna.

Como o mercado é renovável, surgirão empresas que vão ganhar muito dinheiro ofertando os novos tipos de serviços que o consumidor busca, com qualidade. Ou seja, mais que nunca o momento é do BBB – “Bom, Bonito e Barato”. Os próximos 4 anos serão os melhores para as empresas que tem produtos e serviços nesta linha.

 

Um ponto positivo é que veremos a força de um novo Brasil, com pessoas que transformam. Como toda “guerra” tem um renascimento, depois deste período de contingência, todos “sairemos” cidadãos com novas posturas, melhores, amadurecidos, onde nunca foi tão importante pensar de maneira ecológica, econômica e sustentável.

 

 



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 15h49
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Se não der pra ser insubstituível, seja inigualável

Compartilhando um dos melhores textos já escritos por um Presidente do CFA.

 

Se não der pra ser insubstituível, seja inigualável

"Ninguém é insubstituível" é a máxima que todos conhecem e ouvem, principalmente no ambiente organizacional. No entanto, "ninguém" é um pronome indefinidamente forte e delimitador. Como não há verdade absoluta, a possibilidade de desbancar essa afirmativa está ao alcance do profissional de talento. Mas o que é preciso para se tornar insubstituível em uma empresa ou organização?

As pessoas são dotadas de aptidões inatas. Cada indivíduo tem maior facilidade e desenvoltura para determinada área. Então, o primeiro passo é identificar essa vocação latente para, em seguida, investir nela. Alguns exemplos tornam essa teoria clara como água. É o caso de jogadores de futebol como Neymar. Ainda criança lhe foi identificado o talento para o esporte, talento que foi lapidado desde então tornando-o um dos melhores do mundo na sua área de atuação.

O mercado profissional é um ambiente aparentemente hostil. Há muita concorrência. Para sobressair é fundamental investir na vocação, do contrário estará fadado a ser peça de reposição. Quando surge uma vaga, chovem candidatos, o que dá a sensação de que a qualquer momento outra pessoa pode te substituir, que o seu empregador pensa "se você não quer trabalhar, tem uma fila esperando o seu cargo". Isso pode até ser verdade, mas não é bem assim.

O objetivo de uma empresa é produzir. Independente do produto, todas precisam render. Contratar um novo funcionário é um processo que requer tempo e dinheiro, investimento. Esse tramite retarda a produção. O mais interessante é manter o profissional que já está ambientado com a rotina da empresa. A fidelidade mútua é extremamente proveitosa e lucrativa para as duas partes.

Saber desses detalhes é ter "a faca e o queijo na mão". O provérbio inglês "a rolling stone gathers no moss" (pedra que muito rola não cria limo) sabiamente ensina: é preciso estar sempre em busca do aperfeiçoamento, não ficar parado, renovar-se. Ser indispensável requer ambição, conhecimento, desenvoltura e diferencial. A tarefa que você executa certamente pode ser realizada por outra pessoa. Contudo, a identidade - a sua "impressão digital" - está na sua forma de executar.

A particularidade é o ingrediente chave. O profissional competente sabe utilizar seus talentos, aprimorá-los e não cansa de aprender. Ele se torna indispensável para a empresa por fazer parte do DNA dessa organização. Sua ambição gera criatividade para inovar, dia a dia, o ambiente de trabalho.

"Ninguém é insubstituível" pode até ser uma frase verdadeira, sempre haverá alguém para desempenhar o papel que o outro desempenhava. Mas cada profissional tem a sua identidade e essa marca, particular e intrasferível, que se torna imprescindível para uma empresa. O talento trabalhado e com a sua forma não o tornará insubstituível, mas o tornará inigualável. 

 

 Texto escrito pelo Adm. Sebastião Luiz de Mello

Presidente do Conselho Federal de Administração (CFA)



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 13h03
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Administrar é para Administrador!

No dia 09 de Setembro comemoramos o Dia Nacional do Administrador. Nesta data, de maneira especial, neste ano Político, onde teremos a oportunidade de participar com opinião nas escolhas dos Gestores do Brasil, precisamos entender o peso destas escolhas. Cabe a cada um de nós, Administradores, ser o representante legítimo da boa gestão, da produtividade, dos efeitos na economia.

 

Em pesquisa realizada pelo CFA – CRA entre os anos de 2009 e 2012, ficou evidente a larga diferença existente em empresas e ambientes públicos quando seus cargos de liderança são ocupados por gestores qualificados, por Administradores, que seguem o plano do enxugamento, redução de custos e otimização de ações com vistas a um resultado amplo.

 

Precisamos pensar com responsabilidade, e aceitar o desafio de colaborar para uma nação justa, livre, sem prisão de conceitos ou ideologias. Nossas escolhas refletem, diretamente, na devolutiva que teremos da “roda social econômica”. As lideranças, a gestão e a boa produção devem sempre ser o foco. Por isso, convidamos todos os Administradores a valorizarem sua prática de gestão, e ter uma contribuição profunda com a tomada de decisão.

 

Cabe, também, a nós, Administradores, orientar, opinar, instruir nossos amigos, clientes, colaboradores, liderados, e todos aqueles que buscam na personalidade do gestor ético, uma contribuição para sua tomada de decisão. Administrador que não ajuda o próximo em suas tomadas de decisão está, também, negligenciando seu papel social.

 

Reafirmo a frase que vem sendo utilizada pelo Conselho Federal de Administração por muitos anos: Administrar é para Administrador! Pois a cada ano nosso país vem conhecendo a verdade desta afirmação, que não basta estar imbuído de intenções ou conhecimento prévio: é preciso estudar e aprender a planejar.

Não podemos aceitar que tratem a Administração como algo plural, ao ponto de acreditar que qualquer pessoa está apta ao processo de liderança. Não! Isto não é verdade!

 

 

A todos que escolheram a Administração como área de atuação, e que assim como eu, transformaram esta em uma carreira de sonhos e realizações, fica o nosso carinho e respeito. Feliz Dia Nacional do Administrador!



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 17h13
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Palavras para formandos de Administração!

“O educador se realiza na realização de seus educandos!” (Prof. Gilberto Gomes de Oliveira)

Quando convidado a participar da colação de grau de meus alunos em Administração, pensei no mais célebre dos discursos. Porém, insistia na mente um ditado que diz: “mais é menos... menos é mais..!” E o que isso quer dizer?

Significa que em determinados momentos, as palavras não são suficientes para expressar exatamente tudo que pretendemos dedicar. Porém, com as palavras certas, curtas, breves, podemos mudar toda uma geração, dependendo do seu impacto, da sua profundidade, do seu teor.

Neste aspecto, convém lembrar de personalidades que conseguiram expressar muito, com poucas palavras. Henry Ford tinha como lema de vida que “ um Império de constrói com máquinas”, lema este diretamente combatido por Harwtone que afirmava “um Império é construído por pessoas.”

Em uma visão menos empresarial, e muito mais social, Nelson Mandela tinha como lema de vida que “grandes conquistas são feitas por grandes esforços” pois, a base da sociedade é o trabalho, o empenho e a educação. Mandela não acredita em governos, e sim, em Liderança, pois, já afirmava em sua “carta aberta aos povos negros” que Lideranças e Liderados, são frutos de uma sociedade coerente, que prima pela vida, pelo respeito humano.

Pois bem, para aqueles que hora recebem a outorga de grau de Bacharéis em Administração, fica o apelo, o pedido, a lembrança, de que nada será construído sem esforços, sem dedicação, e qual seja seu objetivo, ou um império, ou o sucesso, ou a Liderança, somente podem ser alcançados se possuírem as pessoas certas ao seu lado, sem elas, sozinhos, não chegarão ás conquistas efetivas.

Nós, professores, acreditamos fielmente neste ditado, e juntos buscamos colaborar com cada passo de sua formação.


Por fim, vale lembrar que todo e qualquer esforço, não gera resultados frutíferos, se em sua base, não estiver a força maior, que lidera nossos sonhos, que abraça nossa causa, e se apresente como o primeiro braço forte de toda e qualquer conquista, o nosso Senhor Deus!



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 17h40
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O MAIS IMPORTANTE, É O QUE MANDELA CONSEGUIU DEIXAR EM VOCÊ!

 

 

 

Hoje terminamos o dia nos despedindo de Nelson Mandela. Não demora,  logo as reportagens especiais e retrospectivas que denotam a trajetória do Nobel da Paz despontam na TV.

Percebendo algumas destas matérias especiais, e depois vendo as demais notícias do jornalismo, me veio uma reflexão oportuna: o que realmente Nelson Mandela consegue deixar em cada indivíduo desta geração atual?

Em uma época de re-avaliação dos valores, vemos o exemplo de Mandela destoar com a atitude de uma sociedade que se propôs a evoluir. Ele acreditou em uma causa, pela qual, ainda jovem, afirmou que estava disposto, até mesmo, pagar com a própria morte. Ele sabia os desafios que estavam por vir.

Preso, humilhado, perseguido, sofreu todo tipo de hostilidade, e retribuiu a todos estes gestos com o que tinha de melhor: o amor. Seus gestos de amor quebraram barreiras, acalantaram os corações dos mais céticos e ardilosos. Mandela, é amor!

Este amor evitou uma guerra civil, convenceu milhares a ter uma nova postura, um novo olhar sobre a sociedade. O exemplo de Mandela mobilizou multidões. Veja só, ele não mobilizou um grupo, um exército, ou um governo, ELE MOBILIZOU AS PESSOAS!

Este gesto demonstrava que antes de acreditar em seus conceitos, ele acreditava nas pessoas. O poder, a sociedade, as ações, nada mudaria se este processo não fosse desejado e legitimado pelas pessoas.

Para mim, fica de Mandela, esta mensagem de acreditar no poder das pessoas. De acreditar que podemos amar, dialogar, dar ainda a oportunidade ao sentimento. 

Podemos analisar tudo com um outro olhar, de amar aquilo que nos envolvemos.

Acertaremos? Sim! Erraremos? Sim! Claro que sim, todos um dia, em algum momento. O diferente é o que vamos fazer com os acertos e erros.

Paralelo a isso, vemos que de forma geral a sociedade ainda, aprendeu pouco de Mandela, ou talvez tenha mais “ouvir dizer” do que “fiz”. O que cresceu em tese foi a capacidade de poder espelhar um crescimento ou desenvolvimento pautado no imediatismo. Isso cria uma bolha da sociedade que se dedica ao desmerecimento, à cobiça, ao desmantelamento social.

O maior instrumento de mudança foi sua atitude pessoal, de amar uma causa, e que mesmo sozinho, foi sempre seguindo seu objetivo. O seu maior legado não poderá, jamais, estar no governo, na ciência, na sociologia, na política... Estará nas atitudes pessoais, que juntas, transformam a coletividade.

O mais importante, é o que Mandela conseguiu deixar em você!



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 02h50
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Um dos problemas da Copa... pode ser você!

 

 

Hoje venho dentro deste espaço abordar uma reflexão que está em voga: as preocupações com a Copa.

 

Nosso país vive um verdadeiro momento de aceleração e testes para poder deixar tudo dentro dos padrões exigidos pela FIFA. Porém, agora nesta reta de análises e observações, apareceu um fator bem maior que todos os outros relacionados à infraestrutura: o comportamento do povo brasileiro.

 

Todas as emissoras de TV e canais de comunicação decidiram testar o comportamento e atendimento nas cidades sede da Copa, e o resultado está sendo péssimo. Lançamos um produto que com certeza tem tudo para fazer bonito, a Caxirola, com toda sabedoria de nosso mestre Carlinhos Brow, e logo nós, energúmenos da educação, achamos um jeito de dar uma outra utilidade: jogamos no campo em plena época de avaliação.

 

Nos testes feitos pela Rede Globo, o tão famoso “jeitinho” brasileiro nos faz passar vergonha, quando o ambulante triplica o preço do produto pelo fato de ser um estrangeiro. Ah, e o que dizer de nossos Aeroportos, (vejam bem, não estou falando da padaria da esquina, estou falando dos maiores Aeroportos do país) onde nos postos de Informações não temos pessoas que saibam, pelo menos, Inglês. 

 

E o que dizer dos Taxistas, que em todos os testes, enrolaram os gringos, e muitos, ainda fizeram o passageiro descer num local que não era o esperado. Nos coletivos, pelo menos, a rota é certa, mas a educação de quem está no “BUS” em ajudar um gringão, não foi das melhores.

 

Na verdade, o que está ocorrendo neste exato momento, é que todo esse jeitinho brasileiro está mostrando para o mundo a seguinte mensagem: somos realmente mal educados e oportunistas. Eu fico, particularmente,” todo sem graça” quando vejo a cada final de semana mais e mais reportagens sobre nossa conduta para com os Turistas. Pior que isso, é ver que os amigos gringos (de Portugal, Madri, Canadá e Argentina) ficam tirando o maior “sarro” no Facebook, pelas mensagens internas, falando da repercussão das matérias em seu país, pelas emissoras que reproduzem o material da Globo.

 

Nossa hospitalidade e alegria contagia a todos... mas esta malandragem descabida, precisa ter os dias contados!

 

O lado bom disso tudo é que, se todos conseguirmos entender que precisamos estar juntos em uma nova postura, sem sombra de dúvidas, será o maior legado deixado pelos jogos da Copa e Olimpíadas, nada será maior, nenhuma obra, nenhum estádio, do que poder ajudar a fazer com que nosso povo veja que uma sociedade melhor se faz com pessoas melhores.

 

O maior legado da Copa será a capacidade de ter um país unido em torno de um objetivo, com todos fazendo o seu papel, sem apontar e atirar a primeira pedra para o outro, e pensando primeiro se a minha, a sua, a nossa atitude está condizente.

 

Por isso pergunto: você já parou para refletir se um dos maiores problemas para a Copa, não é.... de repente.... você?



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 00h10
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Empreender é ousar com sabedoria, não somente copiar.

 

Temos acompanhado no Brasil, em especial nos últimos dois anos, um verdadeiro “booom” dos empreendimentos e projetos voltados para o setor turístico, não obstante, totalmente impulsionados pelos argumentos e ações para Copa das Confederações, Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016.

 

Um fato curioso neste aspecto, é que uma velha mania do brasileiro ficou mais evidenciada: o copiar. Kotler (2003) define que o empreendedorismo deve sim fazer uso das ferramentas que valorizam o Brainstorming (tempestade de ideias) analisando modelos de sucesso e adaptando a uma nova realidade.

O grande problema é que nem sempre os tupiniquins sabem cumprir esta etapa de adaptar um modelo de empreendimento à sua realidade. Isso causa uma série de transtornos que culminam, em grande parte, com o fechamento do empreendimento.

 

Adaptar uma ideia bacana para a sua realidade, é o processo de entender o Mercado e seus objetivos nele, por exemplo: se sua cidade não está pronta para receber um McDonald’s, você deve criar um serviço no padrão de qualidade que se assemelhe ao serviço de uma grande rede, sem os custos altíssimos desta.

 

A grande sacada está em oferecer, antes de tudo, criatividade e qualidade. Os consumidores de uma nova classe social, que viajam mais, consomem mais e almejam um novo estilo de vida, buscam sempre experiências inovadoras, criativas, estimulantes.

 

Uma boa sacada para você que quer empreender e fazer sucesso no segmento turístico nestes próximos anos é: crie novas experiências para seu cliente!

 

A onda do momento, afinal, é a Economia Criativa... mas este é assunto para um novo post, que virá em breve.



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 15h53
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A grandeza e sabedoria dos novos desafios, e a responsabilidade do compartilhar conhecimento.

 

 

A última publicação deste Blog é datada de 13 de outubro de 2012, e desde então, me permiti entrar num período de reanálise e avaliações. Após receber o e-mail de um leitor da PUC-São Paulo, pude efetivamente perceber o poder da comunicação social via digital, e da responsabilidade que assumimos quando nos propomos a gerar conteúdo e opinião.

Com o compartilhamento de conteúdo para uma nova classe de leitores, passei a incutir neste espaço partes de pesquisas e artigos de estudos nas mais variadas segmentações, sempre com a tônica e olhar da gestão, em suas nuances.

Durante 4 dias, troquei ideias e reflexões com o leitor da PUC, que desenvolvia naquela ocasião uma pesquisa de campo em seu curso de Administração. Durante esta interação, percebi como a maneira com que expomos uma ideia, influencia diretamente a postura de aprendizagem e disseminação do conhecimento.

Kotler (2003) afirma em sua obra “Desafios para Administradores” que existe uma diferença marcante entre a mutação do profissional que aceita novos desafios com o profissional que não inova em sua área de atuação. A promoção da diferença sempre instiga uma pessoa ou um grupo a rever objetivos e posturas, talvez, nunca antes analisadas. Ou seja, em poucas palavras, é preciso acreditar no “olhar” da inovação.

Estamos cercados do processo chamado rotina, que se define pela organização de nossas ações, porém, muitos confundem a rotina com a continuidade de processos nãos inovadores.

Nestes tocantes, Kotler reúne os pensamentos de maturidade, formação profissional e sucesso profissional ao conceito de assumir desafios medidos e tangíveis. Ou seja, no campo de Administração, é extremamente saudável se arvorar em novos projetos, tendo a exta visão de que seu conhecimento e expertise são capazes de produzir um novo olhar, com propostas de caminhos diferenciados para o já praticado. A partir desta ação, uma nova postura é comedida, e a responsabilidade de avaliar cada passo se faz uma constante.

Com esta maturidade e postura, os profissionais que se arvoram no campo da inovação de projetos, por consequência, se tornam mais desafiadores, sempre em busca de novas experiências para por em prática análises e projetos.

E como efeito sinótico, temos sim, sendo fruto do nosso trabalho, a responsabilidade de mostrar e conduzir corretamente a construção de um novo conhecimento, permitindo que o educando, ou membro da sociedade, ou compartilhador da experiência possa, de sobremaneira, também ter a alternativa e livre arbítrio de trazer seu conhecimento para esta coletividade.

A partir disto, percebe-se, porque, existe o ditado da ciência “burra “ ou equívoca, que anula, veta, impossibilita o outrem a ter um posicionamento próprio, pautado por nossa responsabilidade de onde e como compartilhamos este conhecimento.

Talvez alguém desavisado, ou um curioso, ou outra pessoa qualquer que leia este texto, não identifique no mesmo o foco de sua pretensão, mas com certeza, um jovem, ou experiente, ou novo, ou antigo, ou apenas curioso profissional, que deseje se colocar na condição de eterno aprendiz, mas com sonhos e ações consolidadas, entenderá o valor de uma boa reflexão sobre o efeito de nossos “feitos” para o grupo social que nos cerca: amigos, parentes, educandos, colegas de trabalho, vizinhos.

Aceite os desafios, meça sua expertise, amplie seus horizontes, torne real sua ação e tenha a paz de espírito dos seres justos: esta é a receita dos novos tempos.

Quando achar necessário, se dê um “tempo”, reavalie, recrie, mude. Faça como eu: se permita olhar e ser olhado, dando sempre o melhor de seu conhecimento em prol do bem comum. Nem que, para isso, precise de um tempo em silêncio.

 

Por mais absurda que, naquele momento, possa parecer a ideia, faça sempre diferente.

 

Boa retomada a todos!

 



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 01h02
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UM MANIFESTO A FAVOR DO MEIO AMBIENTE Nº1

 


Queria convidar você que está aí, sentado, pensando, relaxando, descansando, no seu momento especial, a pensar sobre a beleza e grandiosidade do meio ambiente.

Estamos cercados de verde, de vida, de paz, de amor, de sorte, e não sabemos que os únicos agressores desta vida existente, somos nós. Estamos em uma relação estranha com este ambiente, porque dele tiramos tudo que podemos, e nada buscamos devolver. Será que esta relação não é injusta? Será que temos paciência para uma relação desta em nossa vida?

Se possuímos um companheiro ou companheira, todo o carinho e dedicação que doamos, sempre precisamos de algo de volta. Essa relação é natural, especial e humana. Apenas com a vida na terra e com o meio ambiente não queremos ter a mesma relação. Dele apenas queremos extrair e absorver.

Esta ganância pode nos custar caro, e o preço e resultado todos pagaremos juntos.É exatamente isso que queremos? Esperar não haver mais solução para que seja vista uma alternativa? Não sei, mas esta ideia não parece boa, me parece uma ideia burra e sem noção.

Vamos usar nossas virtudes e nossa inteligência para poder recuperar o que inda pode ser recuperado, e vamos buscar ter uma nova relação com a vida e o ambiente, pois não parece um bom acordo ser inimigo de quem de oferece tudo.

Precisamos educar nossas crianças, nossos filhos, nossa família, precisamos ser exemplo, precisamos ser motivo. Queremos hoje aqui pedi a você que leve um pouco desta ação e destas atitudes para sua vida, para sua família, para sua casa. Se cada um que está aqui puder ter uma nova atitude, será a semente para a transformação de muitas outras pessoas. Vamos viver e abraçar o verde!

 



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 18h37
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ANALISANDO UM MODELO DE GESTÃO URBANA

 

Estive conhecendo a capital federal, sonho de JK e cidade encantada de Niemeyer, Brasília.

 

Não o bastasse, o que me levou à BSB foi uma necessidade profissional, igual a milhares de pessoas que pousam e decolam todos os dias do Aeroporto Internacional Juscelino Kubistchek, um dos mais movimentados da América Latina.

 

De cara percebemos os ares de cidade planejada da grande Brasília, a 4ª maior cidade do país, e modelo para gestão de serviços públicos. Isto parece ser uma ironia, não?

 

Sempre fui “contaminado” pelas opiniões e comentários de que BSB é a capital da corrupção e roubalheira, dos inescrupulosos e maior “quadrilha” já formada em um único espaço físico.

 

Porém, fui levado a um sobreolhar para a aurora do “Plano Piloto”. Brasília é um modelo a ser seguido de gestão urbana. Com suas vias planejadas, espaços geridos pela TerraCap e uma constante preocupação com a ocupação adequada do território, o que mais nos encanta é a educação social promovida pelo Governo do Distrito Federal, o GDF.

 

Em poucos lugares fui surpreendido por um sistema urbano com política “buzina zero”, motoristas que sabem seu papel e sua ação no trânsito, pedestres que fluem em harmonia. Uma cultura preservada, no maior museu a céu aberto do mundo. Gastronomia e ciência também encontram seu lugar, e as enormes praças se tornam palco das mais variadas tribos.

 

Este impacto de cidade modelo reflete que a Administração no planejamento urbano é um fator fundamental e plenamente aplicável em qualquer sociedade, desde que a base deste processo seja sempre a educação.


O ambiente político que contorna Brasília muitas vezes não faz jus ao profissionalismo e pujança encontrados na gestão urbana do plano piloto, porém, encontraremos corrupção em todos os lugares que existam “politiqueiros”.

 

Planejamento urbano não pode apenas ser alçado no Plano Diretor do Município, e sim, na construção de uma sociedade ambientada a um convívio moderno e ético.



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 23h58
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SEMPRE É BOM LEMBRAR OS CONSELHOS DO MESTRE !!!



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 09h45
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TEMOS EXATAMENTE AQUILO QUE OFERTAMOS

 

Se aproxima mais um pleito eleitoral em nosso país, para eleições municipais. E como é de “lei”, renovam-se as promessas, a tentativa da conquista, o reverbere, o aguço do latim. O engraçado é perceber que os “time out”, ou “reta final” do jogo político é sempre a mesma, vejamos:

 

- sempre existirá a acusação forjada;

- alguém será o moço, o outro o vilão;

- o marketing político será uma premissa;

- o discurso deve estar afinado;

- a imagem deve sempre ser apaziguadora, e não conflitante.

 

Está aí a “receita de bolo” dos famigerados mercadólogos políticos, os profissionais que cuidam da imagem e de todo o trâmite do pleito eleitoral. Bom, nós, então, somos telespectadores desta novela, que dura quase 4 meses, com capítulos diários (inclusive aos domingos) e que igual Valcyr Carrasco, fica  cada vez mais emocionante com a proximidade do final, pois, os grandes trunfos e reviravoltas sempre ficam nos últimos capítulos.

 

O que existiria de “novo” em tudo isso, seria uma nova postura da sociedade em fazer uma leitura mais madura e menos vitrinista do nosso panorama político. Vi por estes dias no facebook um texto que dizia “preferia ter nascido num país onde educação, saúde e segurança fosse mais importante que futebol e cerveja”. Isso nos remete a um certo rancor sobre as reais atitudes de nossa gente. Os grandes responsáveis pela mudança ou não, projeção ou não do nosso país, somos nós mesmos!

 

Nossa sociedade local, regional, e brasileira, é quem dita sim as regras do jogo político, e se sempre todos nos ofertam as “mesmas coisas” é porque estamos definitivamente acomodados neste universo de pouca Inteligência social e política. Sonho com o dia em que verei a própria sociedade brasileira analisando seus governantes por motivos reais, e não banais, no dia em que darão prioridade a buscar gestores e não “fornicadores” da economia regional.

De forma mais direta: por favor sociedade, use o pequeno, mas fundamental avanço que tivemos em nossa educação, percepção e economia, para formar a sua opinião sobre conceito político.

 

Pois, em termos bem simples, se você continuar votando do mesmo jeito e com o mesmo critério de escolha (ou com a falta destes critérios), continuará colhendo as mesmas mazelas de sempre. Abra seus ouvidos para resultados lógicos e óbvios, veja quem oferece maior credibilidade para sua população, opte por ver o geral, e não o “seu umbigo!”.

 

Deixe de escolher por quem pode lhe dar algo, para quem pode transformar tudo!

 

E viva a “democracia”!

 



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 11h56
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