Empreender é ousar com sabedoria, não somente copiar.

 

Temos acompanhado no Brasil, em especial nos últimos dois anos, um verdadeiro “booom” dos empreendimentos e projetos voltados para o setor turístico, não obstante, totalmente impulsionados pelos argumentos e ações para Copa das Confederações, Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016.

 

Um fato curioso neste aspecto, é que uma velha mania do brasileiro ficou mais evidenciada: o copiar. Kotler (2003) define que o empreendedorismo deve sim fazer uso das ferramentas que valorizam o Brainstorming (tempestade de ideias) analisando modelos de sucesso e adaptando a uma nova realidade.

O grande problema é que nem sempre os tupiniquins sabem cumprir esta etapa de adaptar um modelo de empreendimento à sua realidade. Isso causa uma série de transtornos que culminam, em grande parte, com o fechamento do empreendimento.

 

Adaptar uma ideia bacana para a sua realidade, é o processo de entender o Mercado e seus objetivos nele, por exemplo: se sua cidade não está pronta para receber um McDonald’s, você deve criar um serviço no padrão de qualidade que se assemelhe ao serviço de uma grande rede, sem os custos altíssimos desta.

 

A grande sacada está em oferecer, antes de tudo, criatividade e qualidade. Os consumidores de uma nova classe social, que viajam mais, consomem mais e almejam um novo estilo de vida, buscam sempre experiências inovadoras, criativas, estimulantes.

 

Uma boa sacada para você que quer empreender e fazer sucesso no segmento turístico nestes próximos anos é: crie novas experiências para seu cliente!

 

A onda do momento, afinal, é a Economia Criativa... mas este é assunto para um novo post, que virá em breve.



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 15h53
[] [envie esta mensagem] []



A grandeza e sabedoria dos novos desafios, e a responsabilidade do compartilhar conhecimento.

 

 

A última publicação deste Blog é datada de 13 de outubro de 2012, e desde então, me permiti entrar num período de reanálise e avaliações. Após receber o e-mail de um leitor da PUC-São Paulo, pude efetivamente perceber o poder da comunicação social via digital, e da responsabilidade que assumimos quando nos propomos a gerar conteúdo e opinião.

Com o compartilhamento de conteúdo para uma nova classe de leitores, passei a incutir neste espaço partes de pesquisas e artigos de estudos nas mais variadas segmentações, sempre com a tônica e olhar da gestão, em suas nuances.

Durante 4 dias, troquei ideias e reflexões com o leitor da PUC, que desenvolvia naquela ocasião uma pesquisa de campo em seu curso de Administração. Durante esta interação, percebi como a maneira com que expomos uma ideia, influencia diretamente a postura de aprendizagem e disseminação do conhecimento.

Kotler (2003) afirma em sua obra “Desafios para Administradores” que existe uma diferença marcante entre a mutação do profissional que aceita novos desafios com o profissional que não inova em sua área de atuação. A promoção da diferença sempre instiga uma pessoa ou um grupo a rever objetivos e posturas, talvez, nunca antes analisadas. Ou seja, em poucas palavras, é preciso acreditar no “olhar” da inovação.

Estamos cercados do processo chamado rotina, que se define pela organização de nossas ações, porém, muitos confundem a rotina com a continuidade de processos nãos inovadores.

Nestes tocantes, Kotler reúne os pensamentos de maturidade, formação profissional e sucesso profissional ao conceito de assumir desafios medidos e tangíveis. Ou seja, no campo de Administração, é extremamente saudável se arvorar em novos projetos, tendo a exta visão de que seu conhecimento e expertise são capazes de produzir um novo olhar, com propostas de caminhos diferenciados para o já praticado. A partir desta ação, uma nova postura é comedida, e a responsabilidade de avaliar cada passo se faz uma constante.

Com esta maturidade e postura, os profissionais que se arvoram no campo da inovação de projetos, por consequência, se tornam mais desafiadores, sempre em busca de novas experiências para por em prática análises e projetos.

E como efeito sinótico, temos sim, sendo fruto do nosso trabalho, a responsabilidade de mostrar e conduzir corretamente a construção de um novo conhecimento, permitindo que o educando, ou membro da sociedade, ou compartilhador da experiência possa, de sobremaneira, também ter a alternativa e livre arbítrio de trazer seu conhecimento para esta coletividade.

A partir disto, percebe-se, porque, existe o ditado da ciência “burra “ ou equívoca, que anula, veta, impossibilita o outrem a ter um posicionamento próprio, pautado por nossa responsabilidade de onde e como compartilhamos este conhecimento.

Talvez alguém desavisado, ou um curioso, ou outra pessoa qualquer que leia este texto, não identifique no mesmo o foco de sua pretensão, mas com certeza, um jovem, ou experiente, ou novo, ou antigo, ou apenas curioso profissional, que deseje se colocar na condição de eterno aprendiz, mas com sonhos e ações consolidadas, entenderá o valor de uma boa reflexão sobre o efeito de nossos “feitos” para o grupo social que nos cerca: amigos, parentes, educandos, colegas de trabalho, vizinhos.

Aceite os desafios, meça sua expertise, amplie seus horizontes, torne real sua ação e tenha a paz de espírito dos seres justos: esta é a receita dos novos tempos.

Quando achar necessário, se dê um “tempo”, reavalie, recrie, mude. Faça como eu: se permita olhar e ser olhado, dando sempre o melhor de seu conhecimento em prol do bem comum. Nem que, para isso, precise de um tempo em silêncio.

 

Por mais absurda que, naquele momento, possa parecer a ideia, faça sempre diferente.

 

Boa retomada a todos!

 



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 01h02
[] [envie esta mensagem] []



UM MANIFESTO A FAVOR DO MEIO AMBIENTE Nº1

 


Queria convidar você que está aí, sentado, pensando, relaxando, descansando, no seu momento especial, a pensar sobre a beleza e grandiosidade do meio ambiente.

Estamos cercados de verde, de vida, de paz, de amor, de sorte, e não sabemos que os únicos agressores desta vida existente, somos nós. Estamos em uma relação estranha com este ambiente, porque dele tiramos tudo que podemos, e nada buscamos devolver. Será que esta relação não é injusta? Será que temos paciência para uma relação desta em nossa vida?

Se possuímos um companheiro ou companheira, todo o carinho e dedicação que doamos, sempre precisamos de algo de volta. Essa relação é natural, especial e humana. Apenas com a vida na terra e com o meio ambiente não queremos ter a mesma relação. Dele apenas queremos extrair e absorver.

Esta ganância pode nos custar caro, e o preço e resultado todos pagaremos juntos.É exatamente isso que queremos? Esperar não haver mais solução para que seja vista uma alternativa? Não sei, mas esta ideia não parece boa, me parece uma ideia burra e sem noção.

Vamos usar nossas virtudes e nossa inteligência para poder recuperar o que inda pode ser recuperado, e vamos buscar ter uma nova relação com a vida e o ambiente, pois não parece um bom acordo ser inimigo de quem de oferece tudo.

Precisamos educar nossas crianças, nossos filhos, nossa família, precisamos ser exemplo, precisamos ser motivo. Queremos hoje aqui pedi a você que leve um pouco desta ação e destas atitudes para sua vida, para sua família, para sua casa. Se cada um que está aqui puder ter uma nova atitude, será a semente para a transformação de muitas outras pessoas. Vamos viver e abraçar o verde!

 



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 18h37
[] [envie esta mensagem] []



ANALISANDO UM MODELO DE GESTÃO URBANA

 

Estive conhecendo a capital federal, sonho de JK e cidade encantada de Niemeyer, Brasília.

 

Não o bastasse, o que me levou à BSB foi uma necessidade profissional, igual a milhares de pessoas que pousam e decolam todos os dias do Aeroporto Internacional Juscelino Kubistchek, um dos mais movimentados da América Latina.

 

De cara percebemos os ares de cidade planejada da grande Brasília, a 4ª maior cidade do país, e modelo para gestão de serviços públicos. Isto parece ser uma ironia, não?

 

Sempre fui “contaminado” pelas opiniões e comentários de que BSB é a capital da corrupção e roubalheira, dos inescrupulosos e maior “quadrilha” já formada em um único espaço físico.

 

Porém, fui levado a um sobreolhar para a aurora do “Plano Piloto”. Brasília é um modelo a ser seguido de gestão urbana. Com suas vias planejadas, espaços geridos pela TerraCap e uma constante preocupação com a ocupação adequada do território, o que mais nos encanta é a educação social promovida pelo Governo do Distrito Federal, o GDF.

 

Em poucos lugares fui surpreendido por um sistema urbano com política “buzina zero”, motoristas que sabem seu papel e sua ação no trânsito, pedestres que fluem em harmonia. Uma cultura preservada, no maior museu a céu aberto do mundo. Gastronomia e ciência também encontram seu lugar, e as enormes praças se tornam palco das mais variadas tribos.

 

Este impacto de cidade modelo reflete que a Administração no planejamento urbano é um fator fundamental e plenamente aplicável em qualquer sociedade, desde que a base deste processo seja sempre a educação.


O ambiente político que contorna Brasília muitas vezes não faz jus ao profissionalismo e pujança encontrados na gestão urbana do plano piloto, porém, encontraremos corrupção em todos os lugares que existam “politiqueiros”.

 

Planejamento urbano não pode apenas ser alçado no Plano Diretor do Município, e sim, na construção de uma sociedade ambientada a um convívio moderno e ético.



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 23h58
[] [envie esta mensagem] []



SEMPRE É BOM LEMBRAR OS CONSELHOS DO MESTRE !!!



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 09h45
[] [envie esta mensagem] []



TEMOS EXATAMENTE AQUILO QUE OFERTAMOS

 

Se aproxima mais um pleito eleitoral em nosso país, para eleições municipais. E como é de “lei”, renovam-se as promessas, a tentativa da conquista, o reverbere, o aguço do latim. O engraçado é perceber que os “time out”, ou “reta final” do jogo político é sempre a mesma, vejamos:

 

- sempre existirá a acusação forjada;

- alguém será o moço, o outro o vilão;

- o marketing político será uma premissa;

- o discurso deve estar afinado;

- a imagem deve sempre ser apaziguadora, e não conflitante.

 

Está aí a “receita de bolo” dos famigerados mercadólogos políticos, os profissionais que cuidam da imagem e de todo o trâmite do pleito eleitoral. Bom, nós, então, somos telespectadores desta novela, que dura quase 4 meses, com capítulos diários (inclusive aos domingos) e que igual Valcyr Carrasco, fica  cada vez mais emocionante com a proximidade do final, pois, os grandes trunfos e reviravoltas sempre ficam nos últimos capítulos.

 

O que existiria de “novo” em tudo isso, seria uma nova postura da sociedade em fazer uma leitura mais madura e menos vitrinista do nosso panorama político. Vi por estes dias no facebook um texto que dizia “preferia ter nascido num país onde educação, saúde e segurança fosse mais importante que futebol e cerveja”. Isso nos remete a um certo rancor sobre as reais atitudes de nossa gente. Os grandes responsáveis pela mudança ou não, projeção ou não do nosso país, somos nós mesmos!

 

Nossa sociedade local, regional, e brasileira, é quem dita sim as regras do jogo político, e se sempre todos nos ofertam as “mesmas coisas” é porque estamos definitivamente acomodados neste universo de pouca Inteligência social e política. Sonho com o dia em que verei a própria sociedade brasileira analisando seus governantes por motivos reais, e não banais, no dia em que darão prioridade a buscar gestores e não “fornicadores” da economia regional.

De forma mais direta: por favor sociedade, use o pequeno, mas fundamental avanço que tivemos em nossa educação, percepção e economia, para formar a sua opinião sobre conceito político.

 

Pois, em termos bem simples, se você continuar votando do mesmo jeito e com o mesmo critério de escolha (ou com a falta destes critérios), continuará colhendo as mesmas mazelas de sempre. Abra seus ouvidos para resultados lógicos e óbvios, veja quem oferece maior credibilidade para sua população, opte por ver o geral, e não o “seu umbigo!”.

 

Deixe de escolher por quem pode lhe dar algo, para quem pode transformar tudo!

 

E viva a “democracia”!

 



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 11h56
[] [envie esta mensagem] []



SAUDADE EDUCA?

 

 

Esta semana fui indagado por uma aluna sobre os efeitos da saudade em sua vida.

 

O velho bordão de “dar valor quando se perde” pode ser neste caso analisado de vários ângulos. Quantos já não nos perdemos no caminho da vida... Enxergamos que por muito pouco, perdemos grandes oportunidades?

 

Neste caso não se fala em perder, mas em não vivenciar cada etapa com a energia necessária para que se torne eterna, marcante, fundamental. A saudade educa? Sim!

 

Ela nos dá a exata noção do que temos de melhor para oferecer a cada um, e como absorvemos o melhor dos outros. Encaminha-te a repensar decisões, sentimentos, atitudes e palavras. Uma grande arrumação na consciência também define de forma direta a saudade, ao tempo que somente sentimos falta daquilo que marcou ou provocou mudanças.

 

Philip Kotler mudou sua carreira por saudade da família, Adele usou esta como combustível para colocar o que tinha de melhor e mais verdadeiro em suas canções e Roberto Carlos imortalizou o Amor pela saudade. São apenas exemplos de como cada um pode dar o melhor de si pela saudade.

 

 O que respondi: a saudade na verdade te ajuda a pensar de forma mais coerente sobre aspectos que antes, você não conseguia enxergar, mas que passado algum tempo, parecem ser tão óbvios que então nos perguntamos “porque passou?”.

 

A saudade geralmente é boa, quase nunca ouvi alguém dizer de uma saudade ruim... mas na dúvida, aprenda pela saudade!

 #fazparte 

 



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 17h00
[] [envie esta mensagem] []



VOCÊ CONHECE O “MARKETING LATERAL” ?

 

O Marketing Lateral é uma das técnicas mais utilizadas na atualidade, principalmente por organizações que aceitam o desafio de empreender de forma inovadora.

Pouco conhecida e, nos últimos 10 anos, sendo amplamente utilizada na América Latina, esta ferramenta traz uma nova visão para as ações mercadológicas, pois vai de encontro ao postulado a tantos anos pela obviedade.

Enquanto as leis naturais dizem que não é válido investir em um mercado saturado, o Marketing Lateral aborda exatamente o contrário. Quando temos uma situação de saturação, onde se torna praticamente inviável investir naquele mesmo ramo o u tipo de negócio, dizemos que o mercado local ou regional atingiu a asfixia setorial. É o que ocorre, por exemplo, em cidades como Paulo Afonso e região, com empreendimentos do setor e panificação, farmacêutico e supermercadista.

A “fórmula” de investimento avalia que empreender em um novo mercado apresenta risco de morte antes dos 5 anos em 30% das empresas. Quando o empreendimento “dá certo” seu retorno é da ordem de 60% do capital investido. Porém, investir em um mercado já saturado apresenta 100% de risco de morte antes do 5 anos, mas em compensação oferece um retorno de 150% do capital investido. Neste tocante, o Marketing Lateral defende a inovação nestes mercados saturados, e convoca os empreendedores mais astutos a aceitarem este desafio.

Os Lateralistas (apelido para quem empreende em mercados já saturados) se aproveita do “tino” empresarial para perceber que um determinado mercado, apesar de se encontrar em desgaste ou já com vários concorrentes, em algum momento, todos eles apresentam falhas que deixam brechas para um novo empreendimento, do mesmo segmento, com serviços diferenciados. Aliás, esta é o grande trunfo do Marketing Lateral: fazer a mesma coisa que todos estão fazendo, só que cem vezes melhor.

Apesar do risco, com uma taxa de retorno altamente salutar e, saudável, a América Latina passou a investir em peso nesta modalidade. Com isso, países como o Brasil estão aumentando vertiginosamente sua produção e concorrência.

Vale lembrar que o Lateralismo é uma ferramenta nascida, criada e implantada nos Estados Unidos, que por hora, não consegue mais ter o mesmo fôlego de 20 ou 30 anos atrás, e que agora assiste a inversão de valores. Os efeitos desta transição de trópicos na economia é extremamente saudável, pois nos permite aprender cada vez mais a como superar as fortes economias mundiais, ora sucumbidas.

Se você tem perfil, capital e está disposto a investir em algo arriscado, mas com elevadíssima taxa de retorno, seja bem vindo ao Marketing Lateral.

 



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 10h49
[] [envie esta mensagem] []



Carreiras... e os “alunos”!

 

Esta semana participei de mais uma colação de grau de uma instituição superior em que leciono. Esta em especial, rendeu momentos de grandes reflexões. A principal delas foi sobre o que estes nobres “parceiros” de trabalho representam e significam na jornada de um profissional que se dedica, ente outras coisas, à nobre tarefa da educação.

Nunca pensei ou planejei atuar como docente dentro do campo profissional, e o direcionamento ocorreu de uma forma muito espontânea, onde os resultados do trabalho prático no mundo empresarial foram chamando a atenção da academia, e muitos viram que isso era extremamente benéfico, principalmente no universo da Administração, e o casamento foi altamente válido.

Não saberia eu que o ingresso de “cabeça” no universo docente me traria as mais extasiantes experiências de vida. Desde a hesitação do início da carreira, até as vivências e aprendizados que meus eternos “alunos” me proporcionariam.

Esta semana, enquanto olhava naquela plenária o rosto de cada um, vi muito mais que pessoas, vi “os mestres” da vida. Um superou as adversidades da vida (e da morte), outro descobriu que era uma nova pessoa, outra que tinha tudo para desistir se tornou a referência do curso, e outro que foi o maior exemplo de superação e força de vontade dos últimos anos.Não existe preço que para a sensação de fazer parte da vida de alguém, efetivamente.

A nobre tarefa de educar me fez, nestes 4 anos de docência, entender o significado de um “aprovar” ou “reprovar”, e de efetivamente “aprender”, em aspectos sociais e humanos. É grande a responsabilidade docente, para não ser seduzido pelo ébrio do tudo sei... pelos títulos, pelo currículo, e na verdade descobrimos que nossos educandos são grandes fontes de transformação do que já sabemos.

No quesito aprender, muito aprendo com aqueles que chamamos de "aprendizes". Como são belos os rostos de quem descobriu um novo sentido para a vida, de quem pôde trazer um novo olhar a seus professores, de quem apresentou um novo sentido para a carreira.

Em um país onde temos vários estratos da educação, vemos casos e retratos nos mais variados níveis. Naquele instante, agradeci a Deus, me senti extremamente recompensado pelos grandes protagonistas que me proporcionaram uma convivência de grande troca de experiências.

A cada dia, a vivência docente permite nova troca de informações, um constante “exigir de mim” a evolução de posturas e linguagens. Neste cenário, os alunos representam o estímulo cotidiano que tornam a construção da carreira num desafio prazeroso, leve e emocionante.

Obrigado, estudantes, de todos os cursos, com os quais tenho o prazer de conviver. Vocês fazem o show! 

 



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 23h38
[] [envie esta mensagem] []



NÃO PRECISAMOS QUE ALGUÉM VENHA “NOS DIZER” QUE SOMOS A 6ª ECONOMIA DO MUNDO

Todo o país ficou animado com a notícia de uma famosa agência de consultoria britânica que afirmou que o Brasil já ultrapassa a posição da Inglaterra na economia mundial, ocupando assim o lugar de 6ª maior potência econômica do mundo.

Fato é que nossa economia já dava sinais de sua solidificação e regulamentação a vários anos, principalmente nos 8 anos do governo Lula. Nosso problema é que ainda não temos total confiança em nossas ações. Para que o próprio brasileiro assuma que seu país é uma potência mundial, ele precisa ouvir isso da boca de um inglês.

Somos o segundo país do mundo em aquecimento econômico, só perdemos para a China que será, sem sombra de dúvidas, em menos de dois anos, nosso principal parceiro comercial internacional. Enquanto todos os outros países correram da China, o Brasil a abraçou, forçando nossa economia a se reinventar para poder concorrer a nível com o chinês.

Isso sim é gestão econômica, onde um país que sabe os passos e rumos que “quer” caminhar, busca parceiros novos e fortes, mesmo sendo ameaçadores.

Se nossa confiança na estabilidade da economia fosse maior, poderíamos realizar investimentos ousados e alavancar ainda mais nossa prospecção.

Por isso digo meus amigos, faço como o presidente Lula em 2007/2008: se você tem um reserva de dinheiro, pague suas dívidas, mas se não tiver dívidas, compre... compre... compre...

Afinal, somos nós que vamos fazer a economia de nosso país “bombar” no mercado, rumo ao terceiro lugar no mundo, junto com a China!

Não preciso que o “Inglês” venha dizer o que é bom ou o que é ruim, preciso sim acreditar na força do meu país!



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 11h06
[] [envie esta mensagem] []



A CONSTRUÇÃO DO SONHO AMERICANO NO BRASIL

 

Em novembro o Brasil recebeu a turnê da cantora americana Britney Spears.

Nos últimos 5 anos, o fato do país ter sido destino das principais turnês de grandes nomes da música internacional, denota que o aquecimento de nossa economia está chamando a atenção dos investidores internacionais, e isso não tem ocorrido apenas neste segmento.

O mundo inteiro está de olho no bolso do brasileiro, que aumentou seu poder de compra e está com economias em dia. O avanço dos gastos feitos pelos brasileiros no turismo internacional, saltando da 124ª para 9ª casa. Com isso, vários países estão redirecionando seus investimentos para terras tupiniquins.

As grandes economias, inclusive com aval do FMI – Fundo monetário internacional, estão contando com o apoio financeiro do Brasil para reestruturar suas contas, a exemplo da Grécia.

O que vivemos é uma época de transição onde caminhamos para a estabilização da  corrente econômica em nível internacional, fazendo com que não apenas a moeda, mas nossa estrutura financeira, social e política, esteja atraente.

Somos cidadãos do país que mais voou em 2010, que mais construiu, e mais vendeu imóveis no mesmo ano. A única nação que enfrentou positivamente a crise internacional, agora se torna o sonho de muitos Americanos, que vêem aqui a oportunidade de alavancar seus negócios.

Ruim? Não, ponto pra nós, que poderemos tirar melhor proveito do novo fluxo turístico nacional e internacional.

Antes sonhávamos com a vinda dos astros, que parecia sempre ser impossível. Hoje, já podemos nos programar para a próxima vinda do artista que se gosta, em menos de dois anos.

Brasil: aqui também se constrói o novo sonho Americano!

 



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 18h15
[] [envie esta mensagem] []



“QUEM PENSOU QUE IA ACABAR EM PIZZA... FICOU COM FOME!”

 

É Dilma, ninguém disse que seria fácil... mas você merece esta matéria e meus comentários.

 

Falar de Administração Pública, e principalmente na Política, nem sempre me agrada, mas é fato: nosso país (graças a Deus) está cada vez mais re-aprendendo a fazer política.

 

O governo enfrenta uma verdadeira faxina, apesar de não quererem usar este nome, mas é isso mesmo, faxina geral. Ao contrário do que muitos pensavam, a Presidenta Dilma não é de negligenciar seu poder e ficar passando a mão na cabeça de ninguém, pelo contrário, ela corta pela raiz.

 

Acharam que ela cairia no tipo de argumento “não vi, não sei, não quero saber”. Ao contrário, quando sabe de algo, mesmo que não fosse de seu conhecimento, a ordem é clara: R – U – A ! Sem lameiras em meu governo!

 

No caso mais recente do Ministério do Esporte, os fatos demonstram que realmente o Orlando Silva está sendo um “bode expiatório” e que armaram pra cima dele. Mas, nossa presidente, acertadamente, não deixa espaços em seu governo para esse tipo de “bode”. Enquanto investigam se a barba está “suja ou não”, ela não pensa duas vezes, e põe fora, seja quem for.

 

Já imaginaram como nossa realidade seria diferente se a política no Brasil aprendesse a fazer isso desde a era Sarney? Não existiriam os PC’s Farias, as Zélias, as casas da Dinda, os mensalões, os golpes, em fim... outra realidade.

Agora percebam bem, eu não entendo porque tanto escândalo quando a Presidenta, sem pestanejar, põe na rua seja quem for porque está suspeito de se meter em "coisa errada".

Em qualquer empresa séria é assim, desde que Henry Ford fundou os princípios da Administração Geral. Porque nós, população, que a cada dia aumenta seu nível de conhecimento, estamos espantados em ver a Dilma dar um verdadeiro show no planalto?

 

Eu bolo de rir em casa quando vejo o desenrolar destes fatos. Outro dia, até o Zorra Total, humorístico da TV Globo, que possui um quadro totalmente dedicado a sátiras do governo, afirmou em uma de suas piadas que “quem pensava que ia acabar em pizza, ficou esperando ela sair do forno, e acabou com fome... quebrou a cara”. Ou seja, até a comédia satírica está revertendo as opiniões manipulatórias sobre Dilma.

 

Uma dos meus melhores robies do momento é, a cada fato novo, analisar pela ótica da Administração qual seria a melhor posição a ser tomada pela Presidenta, e incrivelmente nos últimos 5 casos polêmicos, ela foi precisa, rápida e certeira.

 

Presidenta, você não é formada em Administração, mas está dando um "olé" em muitos que já passaram por sua cadeira e se diziam “gestores”. Merece receber uma comenda de nosso Conselho Federal, pois está mudando a forma de fazer política no Brasil.

 



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 11h04
[] [envie esta mensagem] []



EQUIPES DE ALTO DESEMPENHO

Prestigiei no num congresso uma palestra do Prof. Alércio Bressano (UNIT-Aju) sobre coordenação e liderança em equipes de alto desempenho, que me conduziu a diversas reflexões sobre a nossa rotina e planejamento de carreiras.

 

Para Munhõz(2010) equipes  de alto desempenho são grupos auto-geridos capazes de cumprir metas estabelecidas em conjunto, adaptado a um processo de ganha-ganha onde todos precisam assumir e se identificar como parte fundamental de cada etapa. Agrande verdade é que vivemos plenamente o século das equipes de alto desempenho, mobilizadas pela geração “Z”.

 

Enquanto em formatos de liderança passados uma equipe somente se mobiliza a partir da mobilização de um orientador, o grupo de alto desempenho surge como uma proposta diferenciada onde cada um pode ser seu chefe. Para que cobrar, se você confia que a equipe é capaz de atender ao objetivo? Para que assumir uma atividade ou meta se a própria equipe não está disposta ou apta para cumprir esta tarefa? Quem é a melhor pessoa que pode dizer o seu limite senão o “dono” do próprio limite, ou seja, você?

 

Pensar em trabalhar o formato de alto desempenho é entender e assumir plenamente a gestão promulgada na nova Administração, onde o líder se torna uma figura itinerante, o seu papel não é mais ser a peça chave do grupo, e sim, a de menor importância, pois sua meta deve ser deixar o grupo o quanto antes, para que este caminhe sozinho.

 

Isto mesmo caríssimos Administradores, o gestor do século XXI é aquele que se prepara para apenas compartilhar suas experiências, no menor espaço de tempo possível, e deixa o espaço auto-gerido, partindo para um novo desafio. Estas cabeças pensantes e capazes de articular grupos fortes são cada vez mais cobiçados e “paquerados” no mundo empresarial.

 

Se você tem o perfil de liderança e seu forte é trabalhar a gestão de grupos, não perca tempo querendo um emprego confortável, parado e sólido. Solidez hoje em dia é a sua capacidade de trabalhar feliz e transformar isso em dinheiro sem esforço moral. O gestor TOP 10 é um “cigano e andarilho” que só cansa sua busca quando perceber que já pôde colaborar com os mais diversos grupos de trabalho, nas mais variadas empresas, em segmentos nunca imaginados e que neste tempo, absorveu um conteúdo profissional tão grande ao passar por experiências fantásticas, que seu valor de mercado é INCALCULÁVEL, de forma que, é muita ousadia uma empresa só quere ficar com você.

 

Pense nisso, melhore seu foco, arrume sua mala e pé na estrada!



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 18h16
[] [envie esta mensagem] []



"TUDO DEPENDE SÓ DE MIM"

Hoje abro um espaço para trazer a todos esta mensagem do Chaplin, que serve de inspiração de vida para mim:

 

Só depende de nós...

"Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite.

É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.

Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a
poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o
desperdício. Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.

 Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.

  Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus por ter um teto para morar.

 Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.

O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.

 “Tudo depende só de mim."

(Charles Chaplin)

 



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 16h59
[] [envie esta mensagem] []



As Tecnologias Sociais e a Administração

 

 

Você já deve ter ouvido falar em tecnologia social, caso não, apresento uma breve descrição.

Tecnologias Sociais são ferramentas de inclusão, utilizadas para criar novas formas de conduzir a população em diversos aspectos. Por assim dizer, todas as vezes que alguém desenvolve uma tecnologia social, está criando caminhos para que a sociedade tenha uma maior harmonia.

Exemplos:

- Na Faculdade Sete de Setembro, o professor e pesquisador Fabiano Amorim Vaz, desenvolve projetos e softwares que barateiam o custo de uso de tecnologias como lousas digitais, painéis virtuais, animações e digitalizações. Com o barateamento desta tecnologia, uma maior camada da sociedade passa a ter acesso a este tipo de produto;

- No NGA – Núcleo de Gestão Ambiental da FCAP / UPE em Recife – PE, estudantes e doutores buscam novas formas de mobilizar a população em torno do tema sustentabilidade. Assim, criam-se programas que vão desde a música até a palestra, para entender como atingir eficazmente jovens, famílias e vários segmentos sociais, de forma que a educação sobre o tema seja compulsória e natural, não obrigatória.

- A Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, um dos maiores institutos internacionais de tecnologias agrárias (e por consequente social) criou o sistema de reaproveitamento dos canais de irrigação, de forma que micro produtores e produtores rurais possam também implantar este sistema, a um custo acessível.

- As instituições de educação, principalmente as particulares, em geral, estão todas inseridas no ambiente virtual, por terem a necessidade de uma aproximação mais íntima com seus educandos, uma vez que a internet, através das redes sociais, revolucionou o comportamento e postura dos jovens.

Neste cerne, a Administração aparece como peça chave para fazer com que um universo de tantas tecnologias sociais seja organizado harmonicamente, para que a própria sociedade seja beneficiada. A gestão social, ou gestão do Terceiro Setor, é o campo da Administração que se dedica a entender melhores formas de gerir ações e programas sociais, inclusive pesquisas.

Sem a gestão aplicada ás tecnologias sociais, seria como um time de grandes estrelas sem o seu técnico: todos saberiam fazer o seu melhor, mas o resultado final do grupo não seria satisfatório, pois grandes talentos sem uma orientação, perdem e desgastam toda sua potencialidade no tempo e local errado.

Talvez por isso, aplicando o conceito aqui comentado, vemos o Brasil investindo maciçamente em gestão. Graças a Deus! Nosso país depois de 500 anos percebe que gestão é uma ferramenta tão essencial como o ar que respiramos, pois até nosso corpo, sem gestão de nossos hábitos, vira pó.

E houve rumores que Administração era um curso obsoleto! 

 

 



Escrito por Adm. Jacques Fernandes às 14h24
[] [envie esta mensagem] []



[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]




Dê uma nota para meu blog


jacques.fernandes@bol.com.br


UOL - O melhor conteúdo
BOL - E-mail grátis



XML/RSS Feed